sábado, 5 de dezembro de 2009

SANTO NATAL


PARA TODA A TURMA
DESEJO UM SANTO NATAL
E FELIZ ANO NOVO
MÁRIO,TURMA-I

POSTAL DE NATAL


FESTAS FELIZES
BOM NATAL E
PROSPERO ANO NOVO
MÁRIO

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

sábado, 26 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

FADO FALADO--JOÃO VILLARET

Fado falado
Nelson de Barros / Aníbal Nazaré / A. Barbosa
Repertório de João Vilarett

Fado Triste, fado negro das vielas
Onde a noite quando passa leva mais tempo a passar
Ouve-se a voz, voz inspirada de uma raça
Que mundo fora nos levou pelo azul do mar:
Se o fado se canta e chora, também se pode falar

Mãos doloridas na guitarra que desgarra dor bizarra
Mãos insofridas, mãos plangentes
Mãos frementes, impacientes
Mãos desoladas e sombrias, desgraçadas, doentias
Onde há traição, ciúme e morte, e um coração a bater forte

Uma história bem singela: bairro antigo, uma viela
Um marinheiro gingão e a Emília cigarreira
Que ainda tinha mais virtude que a própria Rosa Maria
Em dia de procissão da Senhora da Saúde

Os beijos que ele lhe dava, trazia-os ele de longe
Trazia-os ele do mar... eram bravios e salgados
E ao regressar à tardinha
O mulherio tagarela de todo o bairro de Alfama
Cochichava em segredinho que os sapatos dele e dela
Dormiam muito juntinhos debaixo da mesma cama

Pela janela da Emília entrava a lua
E a guitarra á esquina de uma rua gemia, dolente a soluçar
E lá em casa:
Mãos amorosas na guitarra que desgarra dor bizarra
Mãos frementes de desejo, impacientes como um beijo
Mãos de fado, de pecado, a guitarra a afagar
Como um corpo de mulher para o despir e para o beijar

Mas um dia:
Mas um dia santo Deus, ele não veio
Ela espera olhando a lua, meu Deus que sofrer aquele
O luar bate nas casas, o luar bate na rua mas não marca
Mas não marca a sombra dele

Procurou como doida e ao voltar da esquina
Viu ele acompanhado com outra ao lado, de braço dado
Gingão, feliz, rufião, um ar fadista e bizarro
Um cravo atrás da orelha
E preso à boca vermelha o que resta de um cigarro

Lume e cinza na viela... ela vê, que homem aquele
O lume no peito dela... a cinza no olhar dele

E pouco a pouco o ciúme chegou
Como lume queimou o seu peito a sangrar
Foi como vento que veio labareda atear, a fogueira aumentar
Foi a visão infernal, a imagem do mal que no bairro surgiu
Foi o amor que jurou, que jurou e mentiu

Correm vertigens num grito direito ao maldito que a há-de perder
Puxa a navalha canalha, não há quem te valha, tu tens de morrer
Há alarido na viela, que mulher aquela, que paixão a sua
E cai um corpo sangrando nas pedras da rua

Mãos carinhosas, generosas que não conhecem o rancor
Mãos que o fado compreendem e entendem sua dor
Mãos que não mentem quando sentem outras mãos para acarinhar
Mãos que brigam, que castigam, mas que sabem perdoar

E pouco a pouco o amor regressou
Como lume queimou essas bocas febris
Foi um amor que voltou e a desgraça trocou para ser mais feliz
Foi uma luz renascida, um sonho, uma vida de novo a surgir
Foi um amor que voltou, que voltou a sorrir

Há gargalhadas no ar e o sol a vibrar, tem gritos de cor
Há alegria na viela, e em cada janela renasce uma flor
Veio o perdão e depois, felizes os dois... lá vão lado a lado
E digam lá se pode ou não falar-se o fado
Transcrito por: J.F.C.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

domingo, 7 de junho de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

ASAS DE FRANGO COM MOLHO DE TOMATE

1 embalagem de asas de frango (por pessoa)cebola médiatomate ou dois, maduros1 dente de alhoMeio copo de cerveja brancasal, azeite e 1 folha de louroCorte as pontas das asas(não prestam), tire as peles, lave e ponha-lhes sal. Numa frigideira alta, deite um fio de azeite a cobrir o fundo, corte o tomate com pele em pedaços, depois a cebola picada, uma folha de louro, o dente de alho inteiro e as asas; com uma colher de pau bata sobre os pedaços de tomate e vá mexendo, quando vir que já tem molho, acrescente com a cerveja, mexa novamente, reduza a chama ao mínimo, tape a frigideira e deixe durante 20 ou 30 minutos, mexendo de vez em quando, se vir que está a perder o molho, deite um pouco de água. Sirva com arroz branco ou puré de batata.

sexta-feira, 20 de março de 2009

meu lírio roxo do campo




Meu lírio roxo do campo
Criado na Primavera
Desejava, amor, saber, ai, ai!
A tua intenção qual era.

A tua intenção qual era
Qual era o teu proceder
Meu lírio roxo do campo, ai, ai!
Quem te pudesse colher.

Quem te pudesse colher.
Oh! meu amor, quem me dera!
Desejava, amor, saber, ai, ai!,
A tua intenção qual era.


(Popular Alentejo)

quinta-feira, 12 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

quarta-feira, 4 de março de 2009

Burlões

Quatro burlas à portuguesa
Muitos dos esquemas de burla ou fraude praticados em Portugal inspiram-se em esquemas conhecidos. Mas também há histórias de crimes inovadores, como o perpetuado por Artur Alves dos Reis.

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João Andrade Costa


Muitos dos esquemas de burla ou fraude praticados em Portugal inspiram-se em esquemas conhecidos. Mas também há histórias de crimes inovadores, como o perpetuado por Artur Alves dos Reis.

As notas de 500 escudos de Alves dos Reis

Em 1925 o sistema financeiro português sofria uma das maiores burlas de sempre. Artur Alves dos Reis conseguiu contornar o sistema de supervisão, ingénuo e sem os meios que hoje lhe conhecemos, falsificando um contrato do Banco de Portugal para conseguir 290 mil contos em notas de 500 escudos, qualquer coisa como o equivalente a 2,6% do PIB da altura.

Com um currículo extenso de actividades fraudulentas, Alves dos Reis iniciou a sua carreira de "burlão" com apenas 19 anos, em Angola, onde conseguiu um cargo de funcionário público depois de forjar uma licenciatura em engenharia por Oxford.

A pouco e pouco consegue enriquecer e estabelecer contactos que lhe seriam muito úteis para perpetuar a fraude das notas de 500 escudos. Em 1924 é preso por desfalque e durante os cerca de 50 dias que esteve preso prepara o seu maior golpe: a falsificação de um contrato do Banco de Portugal. Todo o processo foi minuciosamente preparado por si com a ajuda de alguns cúmplices.

Alves dos Reis preparou um contrato fictício do Banco de Portugal, que lhe permitiu conseguir notas de 500 escudos falsas, mas impressas pela empresa que imprimia as notas de escudos na época, o que conferia ao dinheiro uma grande autenticidade. A extraordinária capacidade financeira permitiu-lhe fundar o Banco Angola e Metrópole, e de quase controlar a autoridade monetária portuguesa.

No seu julgamento, no qual foi condenado a 25 anos de prisão, Alves dos Reis reconheceu o seu esquema de falsificação, descrevendo a sua actuação como patriótica e guiada para o desenvolvimento de Angola.

Generosa e amiga do povo termina em Branca... rota

De famílias humildes e com uma formação escolar básica, Maria Branca dos Santos foi autora do maior e mais conhecido esquema Ponzi montado em Portugal.

Inicia a sua carreira de "banqueira do povo" no final dos anos 50, recebendo depósitos aos quais acrescia um juro mensal de 10% - 120% ao ano, muito acima do praticado pelas instituições bancárias. A sua actividade consistia num esquema de pirâmide em que utilizava o dinheiro dos mais recentes depositantes para pagar os juros aos clientes mais antigos.

Considerava-se generosa e quando o seu esquema de Ponzi foi descoberto, afirmou que o seu único intuito era ajudar aqueles que menos tinham. No entanto, entre os clientes de Dona Branca contavam-se clientes de todos os sectores da sociedade.

O ruir do seu império teve início em Março de 1983, quando o Jornal "Tal & Qual" publicou uma reportagem onde dava a conhecer o esquema de pirâmide. A investigação jornalística chamou não só à atenção das autoridades, mas sobretudo dos clientes da Banqueira do Povo, que com receio de perder os seus juros, corriam em massa aos seus escritórios para levantar os seus depósitos.

A corrida aos depósitos atingiu tais proporções que muitos clientes de Dona Branca não conseguiram reaver nem o dinheiro, muito menos os juros. No final de 1984, depois uma investigação movida pelas autoridades, Maria Branca dos Santos é presa onde fica à espera de julgamento. No final da década de 80 Dona Branca, juntamente com mais 68 arguidos, foi condenada a pena de prisão por burla agravada, emissão de cheques sem cobertura, entre outros crimes económicos.

Especulação na bolsa terminou em dívidas milionárias

A década de 80 demonstrou-se pródiga para a bolsa de Lisboa e para muitos dos seus corretores. Pedro Caldeira, um dos profissionais mais influentes da praça portuguesa, acompanhou os anos de ouro da especulação, mas acabou por ser arrastado com o fim de um ciclo de euforia bolsista. Mergulhado em dívidas e numa série acusações de crimes financeiros, acabou ilibado pelo tribunal ao virar do século.

Caldeira entra na bolsa em 1973 e no início da década de 80 inicia a sua ascensão. É nomeado corretor oficial da bolsa e passa a dirigir o escritório de Valentim Lourenço. Entre 1985 e 1987, Caldeira aproveita o "boom" da bolsa para efectuar negócios de milhões de contos e consolidar a sua carteira de clientes. Por esta altura chegou a deter uma quota de mercado de 12%.

No entanto, em 1987, o "crash" bolsista desvenda uma dívida do corretor de 1,9 milhões de contos. O declínio de Pedro Caldeira tem início em 1988, quando fica inibido de exercer as suas funções durante três meses.

Após cumprir a pena, Caldeira ainda tenta recuperar o prestígio de outros tempos, mas a obrigação de pagar a dívida leva-o a contrair vários empréstimos. Em Julho de 1992 foge para os Estados Unidos, deixando para trás uma dívida de cerca de 2,5 milhões de contos. A Interpol lança um mandato de captura e o corretor é preso em Atlanta, EUA.

Posteriormente regressa a Portugal, onde é julgado pela prática de 65 crimes de burla agravada e 17 crimes de abuso de confiança, e ainda pelo uso indevido de 2,5 milhões de contos. Contudo, em 2000, o Ministério Público não consegue provar as acusações, sendo Pedro Caldeira unicamente condenado ao pagamento de pedidos cíveis.

Selos prometiam juros de 6%

A empresa filatélica Afinsa protagonizou um dos crimes económicos mais conhecidos em Portugal e Espanha no século XXI. Esta empresa, uma das mais conceituadas no seu sector a nível mundial, vendia produtos de investimento em selos e prometia aos seus clientes rendimentos elevados, utilizando um esquema de pirâmide em que clientes mais recentes pagavam os rendimentos e juros aos clientes mais antigos.

Foi criada no início da década de 80 por Albertino Figueiredo e os investidores eram atraídos pela Afinsa devido aos juros avultados, 6%, que a empresa prometia a quem investisse em selos raros, que ela própria avaliava.

Em Março de 2006, as autoridades espanholas desencadearam uma investigação à Afinsa e ao Forúm Filatélico, encontrando indícios da prática de branqueamento de capitais, delitos contra o Ministério das Finanças, administração desleal e falsificação de documentos.

A investigação policial levou à prisão preventiva de vários responsáveis da Afinsa e do Forúm Filatélico, entre os quais Albertino Figueiredo e o seu filho, Carlos Figueiredo Escriba, estando entre as acusações a compra em 2003 de um lote de selos por 60 milhões de euros - um preço já considerado excessivo para os selos em causa - para vendê-los em seguida por 700 milhões aos seus clientes.

Ao todo, o buraco gerado pela Afinsa e pelo Forúm Filatélico ronda os 1,82 mil milhões de euros e envolve mais de 190 mil clientes e entidades, na maioria portugueses e espanhóis.

Na altura em que tiveram início as investigações, os responsáveis pelas duas empresas afirmaram que as intervenções judiciais contra as companhias foram premeditadas e danosas.




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Teatro Português

Língua Portuguesa
A Língua Portuguesa vai estar aqui. A História a Literatura e a Gramática.



O Teatro Português



Géneros Literários - Género Dramático

Considerar o teatro português implica examinar duas questões prévias:
1. reflectir quanto à relação entre teatro e literatura (porque tradicionalmente os estudos de teatro fazem parte da literatura, dada a insistência do texto enquanto matéria dramatúrgica preexistente ao espectáculo ou, nos muitos casos em que a representação precede a publicação, dada a sua perenidade material na sequência das várias representações que suporta);
2. ter em conta que muitos historiadores entendem que a actividade teatral não é um vector proeminente na cultura portuguesa (nem no plano do texto, nem no plano do espectáculo).
Talvez por isso, as grandes figuras do teatro português são inaugurais ou programáticas: Gil Vicente, seu criador no séc. XVI, após o surto de dramatizações litúrgicas que se verifica na literatura medieval, e Garrett, seu reformador na proposta romântica, fundando o Teatro Nacional, quer no plano do espaço apto a acolher as representações e a difundi-las ao grande público, quer no plano da produção de um «corpus», com Um Auto de Vicente, O Alfageme de Santarém e, sobretudo, o drama romântico Frei Luís de Sousa (1843) - peças de carácter histórico, arrancadas à sensibilidade popular e ao sentimento patriótico, veiculando conflitos emocionais em situação no quotidiano sócio-histórico português.
Em torno da personalidade de Gil Vicente, outros dramaturgos de veia popular se notabilizaram no séc. XVI (ex. Chiado e Baltasar Dias), mas contemporaneamente esboça-se um movimento de retorno ao teatro antigo, de acordo com a doutrinação renascentista, que faz emergir um outro grupo em torno do poeta Sá de Miranda, figura fundamental do classicismo português enquanto introdutor da «medida nova» (metrificação clássica em decassílabo e géneros cultivados pelos autores da antiguidade) e cultor das primeiras comédias clássicas, Estrangeiros e Villhalpandos

A comédia, também praticada por Camões ( ex. Anfitriões, El-rei Seleuco), encontrará no séc. XVIII um autor de eleição, António José da Silva, o Judeu (ex. Guerras do Alecrim e Manjerona), além de alguns escritores da «Arcádia Lusitana», como Correia Garção (Assembleia ou Partida).
É a António Ferreira que se deve a obra-prima da tragédia clássica em Portugal, a Castro (c. 1558), baseada nos amores de D. Inês de Castro com D. Pedro I, contrariados pela razão política. Castro e Frei Luís de Sousa são os dois textos trágicos mais importantes do teatro português, pela perfeição de composição e pelo engendramento sóbrio dos conflitos, partilhados entre a liberdade do sentimento, as exigências da justiça (política, cívica ou familiar) e a intensidade do destino que se abate sobre as personagens.
Só no séc. XX encontramos ambientes dramáticos de idêntica contenção e agudeza em peças de José Régio (Benilde ou a Virgem-Mãe, 1947) ou, um pouco antes, no teatro de Raul Brandão (O Gebo e a Sombra, 1923), que se filia na passividade e estatismo da problemática simbolista, centrada na ressonância da palavra lírica e na sua indagação de absoluto (António Patrício, D. João e a Máscara, 1924), diferentemente entendido pelo convencionalismo de situações e costumes que vinha sendo arrastado pela numerosa produção de Marcelino Mesquita (Peraltas e Sécias, 1899) e Júlio Dantas (A Ceia dos Cardeais, 1902), ou pelas inovações irregulares e ambíguas, de tipo social e textual, de Alfredo Cortês (Tá-Mar, 1936).
Os assomos de literatura de intervenção que os anos cinquenta conheceram deram novo vigor ao teatro, sobretudo com Bernardo Santareno (A Promessa, 1957, e O Crime de Aldeia Velha, 1959), Luiz Francisco Rebello (Os Pássaros de Asas Cortadas, 1959, tendo este escritor tido também uma importante actividade como crítico e historiador de teatro) e José Cardoso Pires que, com O Render dos Heróis (l960), representado em época próxima de outra peça de grande impacto público, Felizmente, Há Luar (l961), de Luís de Sttau Monteiro, proporcionaram em meados do século uma intensidade de vibração no teatro português, em termos de conjunção de texto, espectáculo, público e crítica, que não voltou a verificar-se posteriormente.

terça-feira, 3 de março de 2009

Palmira Bastos

Palmira Bastos

Actriz portuguesa nascida a 30 de Maio de 1875 na aldeia da Gavinha, no concelho de Alenquer e falecida em Lisboa, a 10 de Maio de 1967. Foi uma das grandes damas do teatro nacional, tendo representado em todos os géneros, desde o drama à comédia, passando pelo teatro de revista e pela opereta. De seu nome Palmira Martinez de Sousa, era filha de artistas ambulantes espanhóis bastante humildes. Estreou-se em teatro no ano de 1890 com a peça O Reino das Mulheres, levada a cena no teatro da Rua dos Condes, em Lisboa. Em 1894, casou-se com o empresário António de Sousa Bastos, de quem enviuvaria em 1911. Voltou a contrair matrimónio em 1914 com o actor Almeida Cruz. Entre 1893 e 1920, fez inúmeras digressões pelo Brasil, país onde conheceu grande sucesso. De regresso a Portugal, optou por dedicar-se ao teatro declamado e em 1922 fez a sua única aparição cinematográfica no filme mudo O Destino de Georges Pallu. Fez parte da Companhia Amélia Rey Colaço- Robles Monteiro e em 1931, integrou os quadros do Teatro Nacional Dona Maria II. Protagonizou um dos momentos históricos da RTP quando protagonizou em directo a peça As Árvores Morrem de Pé (1960). Já nonagenária, fez a sua última aparição teatral com O Ciclone (1966). Das muitas homenagens e distinções que recebeu, destacam-se a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa, o Prémio António Pinheiro, do SNI em 1962 e a Comenda da Ordem Militar de Cristo, em 1965.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ami no mundo


Reciclagem de Radiografias


13ª Campanha de Reciclagem de Radiografias: 5 a 30 de Junho de 2008


A AMI realiza, desde 1996, anualmente a Campanha de Reciclagem de Radiografias.


Em semanas previamente anunciadas a AMI apela para que a população em geral contribua deixando as suas radiografias com mais de 5 anos ou aquelas que já não têm valor de diagnóstico nos sacos disponíveis em qualquer farmácia, sem relatórios, envelopes ou folhas de papel.


Cada tonelada de radiografias dá origem a cerca de 10Kg de prata. A venda da prata ajuda a AMI a partir para aqueles pontos do mundo em que aconteçam catástrofes naturais ou onde a ajuda humanitária seja premente e a melhorar ainda mais a assistência que prestamos aos mais desfavorecidos em Portugal.
Ao participar está também a proteger o ambiente: reciclar as radiografias evita lixo e recupera um metal precioso.
Como vê, não só ajuda os outros como se ajuda a si próprio e aos seus filhos a preservar o planeta.


É graças ao apoio de ANF - Associação Nacional de Farmácias, Young&Rubicam, TNT e de muitas outras entidades, que a AMI consegue realizar esta campanha.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

médicos sem fronteiras / AMI

Leilão do recheio de uma casa deixado em testamento


De 4 a 15 de Novembro vai decorrer um leilão do recheio de uma casa deixado em testamento por João Gomes à AMI, aos Médicos do Mundo, à Acreditar e à Casa Sol. As peças estão em exposição na Rua Conselheiro Martins Carvalho, n.º 7, 3.º Esq., em Lisboa, nos seguintes horários: 3ª a 6ª feiras, das 17 às 20 horas; Sábados, das 15 às 20 horas.
Para mais informações, poderão aceder a http://leilaojoaogomes.blogspot.com/.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Igreja do Conveto de Cristo em Tomar

Convento de Cristo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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39º36'15"N 8º25'22"O
Patrimônio Mundial da UNESCO
Convento de Cristo

A igreja do Convento
Informações
Inscrição:
1983
Localização:
39° 36′ N 8° 25′ W
Critérios:
C(i) C(vi)
Descrição UNESCO:
fr en
O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar (freguesia de S.Joao Baptista), classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.
Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca.
Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.
Convento de Cristo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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39º36'15"N 8º25'22"O
Patrimônio Mundial da UNESCO
Convento de Cristo

A igreja do Convento
Informações
Inscrição:
1983
Localização:
39° 36′ N 8° 25′ W
Critérios:
C(i) C(vi)
Descrição UNESCO:
fr en
O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar (freguesia de S.Joao Baptista), classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.
Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca.
Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.Convento de Cristo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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39º36'15"N 8º25'22"O
Patrimônio Mundial da UNESCO
Convento de Cristo

A igreja do Convento
Informações
Inscrição:
1983
Localização:
39° 36′ N 8° 25′ W
Critérios:
C(i) C(vi)
Descrição UNESCO:
fr en
O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar (freguesia de S.Joao Baptista), classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.
Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca.
Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.
Convento de Cristo
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39º36'15"N 8º25'22"O
Patrimônio Mundial da UNESCO
Convento de Cristo

A igreja do Convento
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1983
Localização:
39° 36′ N 8° 25′ W
Critérios:
C(i) C(vi)
Descrição UNESCO:
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O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar (freguesia de S.Joao Baptista), classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.
Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca.
Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.